Por Gustavo Issam — Finanças e precificação
Publicado em 15 de outubro de 2026
Conciliar repasses é relacionar vendas, deduções, estornos e depósitos. O depósito bancário isolado não explica quais pedidos foram liquidados nem por que o valor mudou.
Preparação e diagnóstico
Obtenha relatórios do canal e extratos do período. Use identificadores para ligar pedidos e movimentos. Separe valores previstos, liberados, bloqueados e efetivamente recebidos conforme as definições da plataforma.
Como aplicar na prática
Compare a composição de cada repasse com os registros do ERP. Classifique diferenças e guarde evidências. Não dê baixa genérica em títulos apenas para igualar o saldo bancário.
Um cenário para observar
Um estorno referente a uma venda anterior pode reduzir o repasse atual. Sem vínculo por pedido, a equipe pode interpretar a diferença como uma nova tarifa.
Tratamento das diferenças de repasse
Classifique diferenças em prazo, tarifa, cupom, estorno, retenção ou falta de referência. Não use uma conta genérica para absorver tudo sem investigação. Mantenha valor, pedido, evidência e responsável. Essa fila torna possível acompanhar o que ainda precisa de esclarecimento junto ao canal ou à área financeira.
Conferência e próximos passos
Acompanhe valores sem conciliação e tempo de resolução. A rotina precisa preservar a trilha entre venda e dinheiro, permitindo explicar o resultado à gestão e à contabilidade.
- Repasse composto.
- Diferença classificada.
- Baixa comprovada.
Dúvida frequente
Quando dar baixa em um recebível?
Use o critério definido para a operação e confira o recebimento ou evento correspondente. A baixa precisa refletir evidência, preservando diferenças ainda não esclarecidas.
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